PORTO VELHO (RO) – A recente mudança aprovada pelo Senado Federal na Lei da Ficha Limpa reacendeu as discussões sobre o cenário eleitoral de 2026, especialmente em Rondônia. Com a nova regra de contagem do prazo de inelegibilidade, que agora será de 8 anos contados a partir da data da condenação ou do fato gerador, Ivo Cassol, ex-governador e uma das maiores lideranças políticas do estado, volta ao tabuleiro político com força total.
A proposta aprovada no Senado corrige uma antiga distorção interpretativa da Lei da Ficha Limpa, trazendo mais segurança jurídica e isonomia entre os candidatos. Com isso, Cassol – que teve sua inelegibilidade iniciada anos antes da eleição de 2018 – poderá, sim, disputar as eleições de 2026, conforme já defendem diversos juristas e analistas políticos.
Para muitos, o nome de Ivo Cassol representa gestão eficiente, presença no interior, compromisso com a agricultura e coragem para enfrentar os problemas reais da população. Sua administração, marcada por obras estruturantes e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico, é lembrada até hoje por grande parte dos rondonienses.
Com a nova configuração legal, o cenário político se transforma. Candidatos que antes se viam em um ambiente de estabilidade terão que recalcular estratégias diante do retorno de uma figura experiente, popular e articulada. Ivo Cassol não é apenas um nome com histórico; é um símbolo de liderança firme em tempos de crise política e institucional.
Nos bastidores, aliados já se movimentam e grupos políticos tradicionais começam a se reposicionar. A volta de Cassol ao jogo é vista por muitos como um resgate da verdadeira representatividade de Rondônia, especialmente entre produtores rurais, empresários e lideranças comunitárias que se sentem órfãos de voz nos últimos anos.
Mais do que um beneficiário da mudança legal, Cassol emerge como uma opção concreta, viável e com forte apoio popular. E para muitos rondonienses, sua possível candidatura em 2026 não representa apenas o retorno de um político experiente, mas a esperança de um novo ciclo de desenvolvimento para o estado.






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